LÍDER DO PAIGC PEDE UM “DEBATE SÉRIO” PARA SE DIZER AS VERDADES A UNS E A OUTROS

10/07/2019 / OdemocrataGB / No comments

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O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, pediu esta terça-feira, 09 de julho de 2019, um debate sério para que as verdades sejam ditas a uns a outros, no concernente à situação do partido, em particular à questão da formação do executivo. Advertiu os quadros técnicos dos libertadores e do país em geral que não deverão focalizar o centro das suas atenções no debate sobre qual será o lugar que caberá a cada militante.

Domingos Simões Pereira fez esta chamada de atenção no encontro que reuniu elementos do Conselho Nacional de Quadros Técnicos Militantes, Simpatizantes e Amigos do PAIGC (CONQUATSA) realizado na sede principal do partido, em Bissau.

Na ocasião, Pereira defendeu que neste momento o debate deveria centrar-se na discussão dos critérios e princípios que devem ser observados pelos ministros nomeados e os mecanismos de contratação, mas não resumir ao debate apenas em critérios de militância, velho de muitos anos.

“Somos militantes há muitos anos, mas não fomos designados, mesmo sem preparação”, disse o presidente do partido libertador.

“Eu quero um debate sério em que devemos dizer a verdade uns aos outros. Já terminou a campanha eleitoral e estamos no período da governação e cada militante deve dar a sua contribuição na área em que tem domínio, tecendo observações em relação ao programa eleitoral do partido e contribuir na elaboração do programa de governação e as reformas necessárias a serem implementadas nos diferentes setores, mostrando assim o seu título enquanto técnico e quadro do partido”, reforçou.

O dirigente dos libertadores pediu aos militantes do partido que confiem e apoiem os membros que foram chamados para integrar o governo do PAIGC liderado por Aristides Gomes e dirigir o país nos próximos quatro anos. Nesse sentido, Domingos Simões Pereira espera que os membros do governo designados pelo partido reduzam as missões ao estrangeiro que considera “passeios”.

Para Domingos Simões Pereira, um titular do cargo público não viaja porque foi convidado, mas também porque no evento em que irá participar é relevante para o plano que irá implementar na base da sua visão de médio e longo prazo. E defende, realçando que é importante que os membros conheçam as convenções internacionais, melhores práticas e interagir com as pessoas que estão naquele sector.

“Portanto, um titular de cargo público deve ser ele a planificar as viagens, não viajar porque foi convidado apenas para participar na reunião, sem, no entanto, ter a sua própria agenda”, criticou DSP.

Domingos Simões Pereira reconhece, contudo, que o país está a entrar nos capítulos muito complicados, pelo que todos devem ter a coragem de ensaiar a inovação.

“Entre governante e governado deve existir um princípio de confiança e colaboração, baseado numa interação dinâmica e funcional. Temos que ser capazes de sermos mutuamente responsáveis e não proteger alguém mesmo que não esteja a dar resultados, mas é protegido porque é amigo, não. Não ajudará no bom funcionamento das instituições da república”, aconselhou.

Por: Aguinaldo Ampa

Líder do PAIGC considera uma intenção anúncio de candidatura presidencial do presidente do parlamento da Guiné-Bissau

O líder do PAIGC, vencedor das legislativas da Guiné-Bissau, considerou hoje uma intenção pessoal o anúncio do presidente do parlamento e membro do partido, Cipriano Cassamá, de que será candidato à presidência do país nas eleições marcadas para novembro.

“Eu só posso compreender que Cipriano Cassamá esteja a manifestar um interesse, mais do que isso não posso dizer”, afirmou o líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), num encontro com as estruturas do partido, em Bissau.

Questionado pela Lusa, na terça-feira, em Angola, onde se encontra a assistir à Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Cipriano Cassamá, primeiro vice-presidente do parlamento guineense, anunciou ser candidato nas presidenciais marcadas para 24 de novembro.

“Depois de uma reflexão profunda, enquanto primeiro vice-presidente do partido [PAIGC], decidi candidatar-me às eleições presidenciais. Confirmo que sou candidato e serei candidato a essas eleições de 24 de novembro”, afirmou Cipriano Cassamá.

O líder do PAIGC defendeu hoje que Cassamá, que é o primeiro vice-presidente do partido, tal como outros militantes, sabe que existem regras estabelecidas para a escolha de candidatos à presidência da República.

“A nível do partido não é assim que se escolhem candidatos presidenciais, não é assim que o estatuto estabelece os mecanismos de escolha dos candidatos presidenciais”, observou Domingos Simões Pereira, salientando que Cipriano Cassamá “é responsável por aquilo que diz, ou aquilo que pensa”.

Os estatutos do PAIGC preveem que o candidato às presenciais seja escolhido através de eleições primárias, a realizar em reunião do Comité Central (órgão máximo de decisão entre os congressos).

Na mesma declaração à Lusa em Luanda, Cipriano Cassamá alegou a existência de um acordo com Domingos Simões Pereira, em 2014, aquando de um congresso do PAIGC, no qual Pereira acabou eleito líder do partido.

Cassamá afirmou ter, na altura, desistido da corrida à presidência do PAIGC, possibilitando a eleição de Simões Pereira, pelo que, disse, agora “não haverá problemas” entre os dois.

“Domingos Simões Pereira é o presidente do meu partido. Com ele tenho uma aliança. Eu desisti no Congresso de Cacheu (2014). Fui com 379 delegados. Eu era candidato para ser presidente do partido. Dado algumas considerações, desisti da minha candidatura, fizemos uma aliança e ele é presidente do partido e continuo a ter muita confiança nele”, referiu.

Confrontado com estas alegações, Domingos Simões Pereira negou a existência de qualquer acordo com Cipriano Cassamá.

“Eu sou presidente do PAIGC, não tenho acordos com militantes do partido. Eu tenho responsabilidades com os dirigentes e com os militantes”, defendeu Simões Pereira.

Cipriano Cassamá disse que, caso seja eleito Presidente da República, indicará Domingos Simões Pereira, para o cargo de primeiro-ministro.

Mais de três meses após as eleições legislativas de 10 de março, o chefe de Estado guineense, José Mário Vaz, rejeitou indigitar como primeiro-ministro o presidente do PAIGC, que depois acabou por indicar Aristides Gomes, então chefe do Governo cessante, para o cargo, o que o chefe de Estado aceitou, mas sem nomear imediatamente o novo exexutivo.

O novo Governo foi nomeado a 03 de julho, quase quatro meses depois das eleições legislativas, e no último dia do prazo dado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

Por RTP.PT

BISPOS PEDEM EMPENHO DO NOVO GOVERNO PARA GARANTIR PAZ E SEGURANÇA NACIONAL


Os Bispos da Guiné-Bissau pediram segunda-feira o empenho ao novo Governo para garantir a paz e segurança nacional de modo a tirar o país das crise cíclicas se mergulhou ao longo dos últimos anos.
Segundo a Rádio Sol Mansi, o Bispo de Bissau Dom Caminaté Na Bissim defendeu a necessidade de os políticos guineenses privilegiarem sempre o interesse comum.“Só devem continuar na política as pessoas que têm o espirito patriótico e não os que pensam simplesmente em resolver os seus problemas pessoais”, sugeriu o Bispo de Bissau, em entrevista à Sol Mansi.Caminaté Na Bissim sublinhou que o povo guineense já sofreu o bastante e que por isso, merece alcançar a paz, estabilidade, segurança e bem-estar social para que possa seguir rumo ao desenvolvimento.Na Bissim disse que o povo guineense já fez a sua escolha nas urnas desde 10 de Março passado e que cabe aos escolhidos cumprirem os seus deveres e as suas obrigações.

Por sua vez, o Bispo de Bafatá, Dom Pedro Zilly destacou que os políticos têm a responsabilidade de proteger o bem comum, tendo acrescentado que os governantes guineenses devem ter em mente a vontade de trabalhar para o Povo.“Temos a esperança de que o novo governo vai trabalhar, até porque integra um número significante de mulheres, e esperemos que vão ser capazes de fazer algo para o bem do  país”, desejou Dom Pedro Zilly em entrevista à Sol Mansi.O Bispo de Bafatá pediu ainda que os governantes privilegiassem sempre o diálogo construtivo.Notabanca; 09.07.2019

«FUNÇÃO PÚBLICA GUINEENSE» NOVA MINISTRA REITERA NECESSIDADE DE REFORMAS PROFUNDAS NA ADMINISTRAÇÃO

Bissau, 09 Jul 19 (ANG) – A nova ministra da Administração Pública e Modernização de Estado reiterou segunda-feira a necessidade de haver reformas profundas na Administração Púbica com o objectivo de resgatar as instituições estatais da situação em que se encontram.
Fatumata Djau Baldé falava na cerimónia de recepção dos dossiers daquela instituição nas mãos do seu antecessor.
“A nossa Função Pública precisa de uma reforma profunda de modo a incentivar um trabalho mais eficiente nas diferentes instituições estatais do país, por isso, não vamos poupar os nossos esforços de trabalhar para essa mudança”, garantiu a governante.
Por sua vez, o ex-ministro da Função Pública, Fernando Gomes disse que a situação mais complicada durante o seu exercício naquele Ministério é o aumento da massa salarial dos servidores de Estado guineense.
A exigência de aumento do salário criou certas complicações e levou os sindicalistas a se optaram por ondas sucessivas de greves como forma de exigir mais condições e justiça salarial”, disse aquele responsável.
Acrescentou que tentaram negociar com os sindicatos, mas que não foi fácil uma vez que não estavam em condições de solucionar mais de 40 pontos das reivindicações.
Fernando Gomes sublinhou que a Função Pública trabalha na base das leis e que assim sendo, não podiam fazer nada fora das normas que regulam o funcionamento daquele Ministério. 
Conosaba/ANG/AALS/ÂC//SG


Viação e Transportes Terrestres – “OSEAO disponibiliza 15 milhões de dólares para desenvolvimento do sector dos transportes na Guiné-Bissau”, diz o DG

Bissau, 09 Jul 19(ANG) – O Director Geral de Viação e Transportes Terrestres afirmou que a Organização para a Segurança Rodoviária na África Ocidental (OSEAO), disponibilizou  15 milhões de dólares para o  desenvolvimento do sector dos transportes na Guiné-Bissau.

Bamba Banjai que falava hoje em conferência de imprensa em jeito de  balanço de mais de dois anos à  testa daquela instituição disse que a Guiné-Bissau conseguiu  liquidar todas as dívidas contraídas com aquela organização há mais de 15 anos.

Aquele responsável sublinhou que o referido montante se destina a financiar o projecto de sinalização de estradas Ingoré/Farim, numa distância de 92 quilómetros e o troço que liga Buba/Bantambali e Madina de Baixo, na região de Quinará, sul do país.

Segundo Banjai, o financiamento abrange a reestruturação e o equipamento de Sala de Exames da Direcção Geral de Viação e Transportes Terrestres.

“Desse montante, dois milhões de dólares se destinam à reestruturação e equipamento de todas as infra-estruturas públicas da Direcção Geral de Viação e os restantes treze milhões serão aplicados na sinalização das estradas”, explicou Bamba Banjai.

“Foi assim que a referida verba, conseguida pela minha Direcção vai ser aplicada pelos futuros responsáveis da Viação e Transportes  Terrestres”, disse.

disse que a sua direcção encontrou aquela instituição desorganizada, sem uma conta bancária e com uma dívida à rondar os 30 milhões de francos CFA, acrescentando que hoje em dia conseguiram liquidar todas as dívidas.

Bamba Banjai frisou que herdaram a Direcção Geral de Viação sem uma única viatura  e  gabinetes de serviços sem equipamentos para funcionar condignamente.

Disse que ao nível dos recursos humanos encontraram aquele serviço com cerca de 300 funcionários alguns com cerca de 20 anos sem  contrato com o Estado, salientando que hoje em dia, na medida de possível, conseguiram resolver a efectivação de muitos  desses trabalhadores.

“Ao nível patrimonial procedemos a reabilitação do edifício da Direcção Geral de Viação e Transportes Terrestres, aquisição de um grupo gerador de 50 kv, uma viatura 4×4 e uma ambulância e colocamos 30 aparelhos de ar condicionado em todos os gabinetes de serviços”, referiu Bamba Banjai, eleito deputado nas eleições de 10 de março, no âmbito do partido Madem G-15.

ANG/ÂC//SG

Nova ministra da Saúde guineense promete melhorar cuidados e serviços à população

A nova ministra da Saúde guineense, Magda Robalo, disse hoje à Lusa que uma das prioridades do seu mandato é oferecer melhores serviços e cuidados aos guineenses para que deixem de ter que procurar assistência no estrangeiro.

Aquando da tomada de posse do novo executivo guineense, no passado dia 23, Magda Robalo não se encontrava no país, pelo que só hoje foi investido no cargo pelo chefe do Estado, José Mário Vaz, para de seguida assumir os dossiers das mãos da sua antecessora e reunir-se com o pessoal.

Na sua primeira entrevista enquanto ministra da Saúde guineense, Robalo, licenciada em medicina, pós-graduada em saúde pública e medicina tropical, e ainda mestre em epidemiologia, formações feitas em Portugal, disse à Lusa que assume funções “com humildade e sentido de dever” por ter oportunidade de liderar um setor pelo qual trabalha há mais de 30 anos.

Antiga representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) em países como África do Sul, Gana, Namíbia, Zâmbia, Magda Robalo afirmou que vai trabalhar, entre outros objetivos, para que, dentro de quatro anos, haja uma redução considerável de envio de doentes guineenses para tratamento especializado no Senegal ou em Portugal.

“Eu penso que uma grande parte das pessoas que precisam ir para fora (do país) é porque, ou tiveram um diagnóstico tardio, as doenças de que sofrem chegaram a um estágio em que já não se podia fazer nada no país ou então não podem ser diagnosticadas, não podem ser tratadas no país”, observou a nova ministra.

Primeira mulher a dirigir o departamento de luta contra doenças transmissíveis e o programa de luta contra o paludismo (malária) na região africana da OMS, Magda Robalo espera que seja possível aumentar o nível técnico, tanto em termos de diagnóstico como de tratamento no país, dentro de quatro anos e desta forma reduzir a ida de doentes para o estrangeiro.

“Não estou a dar esperanças de que vamos atingir o nível a que toda a gente possa ser tratada no país, mas espero que até ao fim da legislatura haja respostas aos problemas tanto ao nível de prevenção, reabilitação, tratamento e promoção da saúde, mas que também que a qualidade dos serviços seja aquela que a população merece, aquela que a população espera e aquela que o Governo deve ao povo” deste país, sublinhou a nova ministra.

Atualmente, no âmbito da cooperação, Portugal disponibiliza anualmente à Guiné-Bissau centenas de bolsas de junta médica.

Magda Robalo vive e trabalha fora da Guiné-Bissau há mais de 20 anos, daí pretender “descer ao terreno” à partir de hoje para “tomar o pulso” aos problemas no setor da saúde, ouvindo técnicos da área, estruturas sanitárias e falar com a população.

Portugal, Cuba, China, entre outros países, são dos principais parceiros na área da saúde com a Guiné-Bissau, no entanto, a nova ministra pretende continuar a cooperação, alargar o leque de parceiros, tanto nacionais como internacionais, mas melhorar a capacidade de absorção de ajudas, melhorar a imagem do país e ainda prestar contas aos parceiros.

“Mostrar aos parceiros que prestamos contas e que somos sérios”, sublinhou Magda Robalo.

RTP

O Novo Governo da Guiné-Bissau é o resultado da escolha das urnas de 10 de Março e das lutas nas ruas e nos organismos internacionais para fazer valer a vontade do povo.

São 16 Ministérios – oito dos quais liderados por mulheres – e 15 Secretarias de Estado. 

É o início de uma nova era no trato da coisa pública e que será marcada pelo respeito às leis, ao povo e zelo da democracia e justiça.

Guiné-Bissau – Novos Caminhos Pa Terra Ranka 

PAIGC 2019Posted by FALADEPAPAGAIO

GUINÉ-BISSAU ACOLHE TERCEIRO FÓRUM DA CONSERVAÇÃO PARA ÁFRICA CENTRAL E OCIDENTAL

A UICN (União Internacional para Conservação da Natureza), organiza em Bissau de 9 a 11 de Julho corrente, a terceira edição do fórum regional da conservação para África Central e Ocidental.

O evento regional de três dias terá como tema central : Conservar a natureza para a paz, a segurança e o desenvolvimento económico sustentável em África Central e Ocidental, a ser debatida por uma centena de delegados/participantes de África central e ocidental, incluindo os representantes de governos, os actores do desenvolvimento, os pesquisadores, os representantes das comunidades da conservação e os actores políticos.

A organização refere na sua nota de imprensa que “Esta temática é da actualidade no contexto da África do centro e de oeste que reveste uma importância capital, uma vez que deverá permitir de explorar os desafios e as perspectivas programáticas devendo levar em conta a complexidade, as inter-relações e interdependências das dimensões eco-ambientais, socioculturais, económicas, politicas e segurança na planificação e a implementação da estratégias”.

De salientar que esta edição do fórum é organizada em prelúdio e em preparação à acontecimentos maiores mundiais da conservação previstos em 2020, como o congresso mundial da natureza que terá lugar em Junho de 2020 em Marselha (France); a 25a conferência das partes (cdP 25) da CNUCC que terá lugar em Novembro 2019 em Santiago (Chile); bem como a CdP 15 da convenção sobre a Diversidade Biológica que terá lugar em Novembro de 2020 em Kunming (China).


Ainda de acordo com a nota da UINC, O objectivo principal do fórum regional da conservação de Bissau é de oferecer um quadro de reflexão e de trocas aos membros, especialistas das comissões temáticas (Gestão dos ecossistemas; sobrevivência das espécies, área protegida; Direito do ambiente; Educação e Comunicação; Politicas ambientais, Económicas e Sociais) e Sócios da UICN (Estados, ONG, Sociedade Civil). Isto no sentido de lhe permitir contribuir activamente a influenciar a agenda internacional da conservação e do desenvolvimento sustentável.

Os fórum regionais da conservação permitem igualmente aos membros da UICN de se informar sobre a organização e o decorrer do congresso mundial da natureza; de estar preparados para uma participação eficaz; e de formular as proposições de moções a fim de trazer à escala mundial as principais preocupações da sua região em matéria de conservação do ambiente e de desenvolvimento sustentável para o bem-estar das comunidades e das populações.

Hoje às 15h no hotel Ladger Plaza, a comissão organizadora irá promover uma conferência de imprensa para anunciar a realização do fórum.

Djibril Iero Mandjam
Subcomissão da comunicação do fórum